Congregação

  

<< INÍCIO
 nós, dehonianos
  congregação
Padre Dehon
Sobre a Congregação
Vocacional
Missões
Links
  Notícias
   
  família dehonianaA
Leigos Dehonianos
MDJ - Missão Dehoniana Juvenil
Fraternidade Mariana

 atividades
comunicação
Pe. Zezinho scj
Pe. Léo scj
Pe. Joãozinho scj
Revista IRaoPOVO
Música | Rádio on line
Publicações
Artigos
Especiais
paróquias
interatividade
Fale Conosco
Mural de Recados
Blog´s
Mapa de Visitas
WAP - o Portal no celular!
Inclua nos seus favoritos
Torne o site sua página inicial


 

 

 12 Promessas do Coração de Jesus

 

 

 

“Os pecadores acharão em meu Coração a fonte e o oceano infinito de misericórdia”

João Paulo II escreveu, na carta circular Dives in misericordia (Deus rico em misericórdia), que “a Igreja professa, de modo particular, a misericórdia de Deus e a venera, voltando-se para o Coração de Cristo”. E explica que, quando nos aproximamos do Coração de Cristo, nós descobrimos nele o amor misericordioso do Pai. Entendemos, ainda, que a missão principal de Jesus, aqui na terra, foi revelar esse amor de bondade e misericórdia do Pai.

Jesus veio falar do Pai, do seu amor, um amor de perdão e de misericórdia. Já no seu tempo, muitos tiveram dificuldades para entender esse amor de Deus. Todos concordam que é preciso amar os pobres, os necessitados, os sofredores, os doentes. Mas amar e perdoar aqueles que pecam e até causam sofrimentos aos outros não parece muito lógico.

Assim mesmo, Jesus continuava a insistir. Contava histórias ou estórias, como a da ovelha perdida, a do filho pródigo e a do bom samaritano. Aquele samaritano deu o seu tempo, o seu conforto, a sua segurança e o seu dinheiro a um inimigo, caído à beira da estrada. Ele superou as diferenças de raça, de classe social e de religião. Mostrou ter um coração gentil e misericordioso. Nessas histórias, Jesus queria revelar-nos o rosto de seu Pai. No Coração de Cristo, temos a revelação definitiva da misericórdia de Deus.

Jesus perdoou os pecados do paralítico, da pecadora pública. De repente, encontram o Mestre tomando refeições nas casas dos cobradores de impostos e visitando até o chefe dos cobradores de impostos. Para entendermos bem o que isso significava, basta lembrar que eles tinham uma fama bem ruinzinha. Os romanos dominavam a terra de Jesus e os publicanos (cobradores de impostos) cobravam imposto dos seus irmãos judeus para o imperador pagão. Era o máximo de degradação possível.

E Jesus falou coisas estranhas, como: “Felizes os misericordiosos, porque obterão misericórdia”. “Eu quero a misericórdia e não os sacrifícios”. “Não vim chamar os justos, mas os pecadores”. “As prostitutas vos precederão no Reino de Deus”.

Os evangelistas continuam escrevendo: ele teve compaixão e ensinou com muita paciência. Teve compaixão e multiplicou o pão para os famintos. Teve compaixão e curou os doentes. Teve compaixão e perdoou os pecados. Teve compaixão e ressuscitou o jovem de Naim, devolveu a vida a Lázaro. A situação de ignorância, de fome, de doença, de sofrimento, de pecado e morte atinge o Coração de Jesus e ele vai ao encontro, sente necessidade de assumir como sua a realidade de cada um.

Tudo isso fez de Jesus Cristo alguém muito próximo das pessoas e que todas entendessem a sua mensagem. Muitas vezes, também nós sentimos essa presença amiga, esse amor de perdão e de misericórdia. A certeza da misericórdia do Coração de Jesus é um convite para nunca perdermos a esperança. João Paulo II, ainda na Dives in misericordia, afirma que “hoje, como Igreja, viveremos uma vida autêntica somente quando professarmos e proclamarmos a misericórdia, o mais admirável atributo do Criador e do Redentor, e quando aproximarmos as pessoas das fontes da misericórdia do Salvador”.


Pe. Francisco Sehnem, scj

 

<< VOLTAR PARA CAPA

 

© 2006-2008 - Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus
PORTAL DEHON BRASIL

Todos os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores.


        O que é isso?