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Especial
Missão Dehoniana
PADRE DEHON E AS MISSÕES
A Igreja
peregrina é, por sua natureza, missionária,
porque tem a sua origem, segundo o desígnio de
Deus Pai, na MISSÃO do Filho e do Espírito
Santo.
Este desígnio
brota da caridade do Pai que, sendo o princípio
de quem é gerado o Filho e de quem procede o
Espírito Santo pelo Filho, quis derramar e não
cessa de derramar ainda a bondade divina,
criando-nos livremente pela sua extraordinária e
misericordiosa benignidade, e depois
chamando-nos gratuitamente a partilhar da sua
própria vida e glória.
Quis ser, assim,
não só o Criador de todas as coisas, mas,
também, “tudo em todas as coisas” (I Cor 15,28),
conseguindo, simultaneamente a sua glória e a
nossa felicidade.
No entanto, Deus
quis chamar os homens a esta participação na sua
vida, não só de modo individual e sem qualquer
solidariedade mútua, mas constituindo-os num
povo em que os seus filhos, que estavam
dispersos, se congregassem em unidade (AG 2).
|
A
Igreja recebeu dos apóstolos este mandato solene de
Cristo, de anunciar a verdade da salvação e de a levar
até os confins da terra (cf. At 1,8). Faz, portanto,
suas as palavras do Apóstolo: “Ai de mim, se não prego o
Evangelho” (1 Cor 9,16), e, por isso, continua a mandar
incessantemente os seus missionários, até que as novas
igrejas se formem plenamente e prossigam, por sua vez, a
obra da evangelização (LG 17).
A
Igreja, enviada por Deus a todas as gentes, para ser
sacramento universal de salvação, por íntima exigência
da própria catolicidade, obedecendo a um mandato de
Cristo, procura anunciar o Evangelho a todos os povos.
Já,
os próprios apóstolos, em quem a Igreja se alicerça,
seguindo o exemplo de Jesus Cristo, ‘pregaram a palavra
da verdade e geraram igrejas’.
Aos
seus sucessores compete perpetuar esta obra, para que ‘a
palavra de Deus se propague e seja glorificada’ (2 Tes
3,1), e o Reino de Deus seja pregado e estabelecido em
toda a terra (AG 1 cf tb. AG 5).
E,
esta missão, a Igreja a realiza mediante a atividade
missionária, obedecendo ao mandato de Cristo, movida
pela graça e pela caridade do Espírito Santo. Assim, a
Igreja se torna presente a todos os homens ou povos para
os conduzir à fé, à liberdade e à paz de Cristo, pelo
exemplo de vida * pela pregação * pelos sacramentos e
outros meios da graça, para conduzi-los, por um caminho
seguro, a participarem plenamente no mistério de Cristo
(cf. AG 5).
É, portanto, por um especial
mandato do Senhor (‘ide e pregai o Evangelho a
toda criatura’) que a Igreja procura dedicar-se
com muito zelo às missões (LG 16).
2.
O que entendemos por missões?
O
nome de MISSÕES dá-se, geralmente, àquelas atividades
características com que os anunciadores do Evangelho,
indo pelo mundo inteiro, enviados pela Igreja, realizam
o encargo de pregar o Evangelho e de implantar a mesma
Igreja entre os povos que ainda não crêem no Cristo.
Essas MISSÕES são levadas a efeito pela atividade
missionária e exercem-se, ordinariamente, em certos
territórios reconhecidos pela Santa Sé.
O FIM
DA ATIVIDADE MISSIONÁRIA é a evangelização e a
implantação da Igreja nos povos e grupos em que ainda
não está radicada.
Assim, a partir da semente da palavra de Deus, é
necessário que se desenvolvam, por toda parte, igrejas
autóctones particulares, dotadas de forças próprias e
maturidade, com hierarquia própria, unida ao povo fiel
e suficientemente providas de meios proporcionados a
uma vida cristã plena, contribuindo para a vida e o bem
da Igreja Universal (não a do Edir Macedo).
O
MEIO PRINCIPAL DESTA IMPLANTAÇÃO é a pregação do
Evangelho de Jesus Cristo. Para o anunciar, o Senhor
enviou pelo mundo todo os seus discípulos, a fim de que
os homens, uma vez renascidos pela Palavra de Deus,
fossem agregados pelo Batismo à Igreja a qual, como
Corpo do Verbo Encarnado, se nutre e vive da Palavra de
Deus e do Pão Eucarístico (At 2,42).
3.
Situações diversas em que se
pode exercer a atividade missionária
Na
atividade missionária dão-se, por vezes, situações
diversas: a do começo ou implantação, e a do crescimento
ou juventude, depois.
Ultrapassadas essas etapas não acaba, contudo, a ação
missionária da Igreja, mas é às igrejas particulares já
constituídas que incumbe o dever de continuar pregando o
Evangelho a todos os que tinham ficado de fora.
Devemos lembrar ainda que, por diversos motivos, as
sociedades entre as quais a Igreja vive, podem sofrer
mudanças radicais, podendo, assim, surgir condições
inteiramente novas (progresso e bem-estar e materialismo
europeu, mudanças de regimes, ideologias...).
Então, a Igreja deve ponderar se estas novas condições
não exigem de novo a sua atividade missionária (Nova
Evangelização da América Latina, da Europa...).
Além
disso, podem ocorrer circunstâncias que não
possibilitem, por algum tempo, a proclamação direta e
imediata da mensagem evangélica. Nesse caso, com
paciência e prudência e, ao mesmo tempo, com grande
confiança, os missionários (ao menos) podem testemunhar
a caridade e a beneficência de Cristo e, assim, preparar
os caminhos do Senhor e torná-lo de algum modo presente
(alguns países da Ásia, África, entre os muçulmanos,
comunistas, em Estados Laicos...) Exemplo: Teresa de
Calcutá no Iêmen do Sul
Outro
problema que dificulta o trabalho missionário é a
divisão entre nós e as muitas igrejas cristãs que vivem
se combatendo em nome de Cristo. É preciso tentar
superar isto sempre mais. Se ainda não pudermos dar um
testemunho de completo acordo, o testemunho de uma só
fé, precisamos, ao menos, estar animados de mútua estima
e caridade (pelo menos estar animados da mesma caridade
se ainda não podemos professar a mesma fé).
O
PADRE DEHON E AS MISSÕES
Desde os inícios da Congregação, as missões eram
consideradas pelo Padre Dehon como um campo vastíssimo,
onde se poderia realizar o espírito característico dos
Sacerdotes do Coração de Jesus, ou seja, o AMOR A DEUS E
AO PRÓXIMO; a reparação, levando os homens à salvação; o
apostolado praticado com a máxima generosidade, dando a
vida, pouco a pouco, dia após dia; um apostolado vivido,
o mais possível, comunitariamente.
Em
1882, o Padre Dehon entregou a D. Thibaudier, de partida
para Roma, uma carta, endereçada a Leão XIII. Toda a
comunidade da Casa Sagrado Coração, de São Quintino,
havia assinado esta carta. O Padre Fundador escrevia:
“Haurindo do Coração de Jesus o espírito de sacrifício,
sentir-nos-emos felizes de estar, em breve, presentes
nas missões” (Projet p. 50).
Numa
carta aos seminaristas (filósofos e teólogos) de Lille,
o Padre Dehon escreve que para corresponder ao amor de
Cristo é necessário, entre outras coisas, escolher
aquelas ‘formas de apostolado que exigem maior
sacrifício, como a assistência aos operários, o cuidado
dos pobres e as longínquas missões’.
Esta
exigência de generosidade absoluta recorda o belo
testemunho que o Vaticano II deu dos Institutos
religiosos que se dedicam ao apostolado missionário: “Há
séculos, estes Institutos suportam o peso do dia e do
calor, devotando-se ao trabalho missionário... Muitas
vezes, a Santa Sé lhes confiou a evangelização de
imensos territórios, nos quais eles souberam reunir para
o Senhor um novo povo, a igreja local, obediente aos
seus pastores próprios... A estas igrejas, que eles
fundaram com o seu suor e mesmo com o próprio sangue,
eles prestarão serviço válido baseado no seu zelo
apostólico e na sua experiência, colaborando
fraternalmente no trabalho pastoral e em todas as
iniciativas que visem o bem comum destes povos” (AG 27).
A
história da atividade missionária da Congregação e de
tantos outros prova a exatidão deste testemunho do
Vaticano II. (Cf, tb. Mensagem XX Capítulo Geral –
1997).
O
DESEJO DAS MISSÕES (PADRE DEHON)
Para
despertar ou aumentar em nós o espírito missionário,
talvez seja interessante relembrar os esforços do Padre
Dehon para obter uma missão da Santa Sé.
A
Congregação mal saíra da tempestade da supressão
(dezembro de 1883 a março de 1884) e já o Padre Dehon
escreve a D. Thibaudier (dez. de 1885): “Entre nós se
cultiva sempre o desejo das missões. Poderíeis, talvez,
falar sobre isto em Roma? De fato, as Congregações que
pedem missões são muito bem vistas em Roma” (NHV, XV,
p.43-44).
A 07
de novembro de 1886, escreve a D. Thibaudier: “Ainda que
as missões não sejam o nosso fim específico, muitos de
nossos confrades estão ansiosos por levar o amor do
divino Coração às terras pagãs que a Santa Sé nos
confiará”.
Antes
da fracassada experiência do Equador (1888-1896), o
Padre Dehon recebera uma oferta de uma missão em Nova
Guiné (outubro de 1887). Era uma colônia alemã e pediram
missionários alemães. Mas, o Padre Dehon só tinha
SEMINARISTAS alemães.
No
dia 03 de dezembro de 1887, escreve no seu Diário: “Peço
a São Francisco Xavier que nos ajude em todos os nossos
projetos missionários”(NQT IV, 5v).
E, no
dia 19.02.1888, anota: “Hoje mandei a Roma um pedido
para obter uma missão no exterior” (NQT IV, 22v). Cf.
Suplemento da apostila História da Congregação.
Dois
dias depois chega a proposta do P. Júlio Mantovelle, do
Equador (Oblatos do Divino Amor), de fundir a sua
Congregação com a nossa. O Padre Dehon, que pensava numa
missão, aceita. Depois, essa fusão não se realizou,
apesar de os nossos padres terem ido ao Equador. Lá
trabalharam alguns anos, com muitas dificuldades, e
acabaram sendo expulsos (maçonaria – P. Blanc – carta do
P. Lux).
Depois da expulsão do Equador (1896), o Padre Dehon não
sossegou até conseguir uma missão (Congo – 25.03.1897).
Foi, de início, confiada às Províncias
Belgo-Luxemburguesa e Holandesa.
E, o
Padre Dehon continuou mandando seus missionários:
- 1893: Nordeste do Brasil (já antes do Congo).
- 1898: Tunísia (abandonada em 1900)
- 1903: Sul do Brasil
- 1904: Tchecoslováquia (não deu certo)
- 1907: Finlândia
- 1910: Canadá
- 1911: Suécia (depois abandonada)
- 1923: Estados Unidos (peles vermelhas de
Dakota do Sul)
- 1923: Missão de Gariep (África do Sul)
UMA SITUAÇÃO MUITO
DIFERENTE
A
situação missionária atual é muito diferente da situação
do tempo do Padre Dehon (+ 1925).
O
colonialismo (ao menos político) é já uma recordação
longínqua. Os países do 3º Mundo conquistaram a sua
independência, têm consciência de suas culturas típicas,
querem valorizá-las e vivê-las; têm uma personalidade
própria e exigem o respeito dos seus direitos; vão
adquirindo um peso sempre maior na história do mundo.
Também diante do cristianismo a sua posição é muito
variada: vai desde a oposição ou perseguição à
tolerância, à convivência, à aceitação.
Há
algum tempo, partiam para as missões somente os
religiosos e religiosas. Hoje, vão também os padres
diocesanos, leigos, casais...
Há
alguns anos os missionários (religiosos) tinham em suas
mãos tudo o que de algum modo estava ligado às missões:
catequese, escolas, dispensários e até as plantações e
criação de gado.
Agora, não só a parte material e administrativa passou
para as mãos dos leigos cristãos, mas é sempre maior a
participação ativa na própria evangelização do povo, no
seu ambiente político, econômico, social, e se procura
salvaguardar os valores culturais próprios de cada povo.
Cada
um pode imaginar como a evangelização se tornou hoje
muito mais complexa em relação ao tempo do Padre Dehon.
Basta ler os documentos do sínodo dos bispos de 1974:
“Evangelização e mundo contemporâneo” e a esplêndida
encíclica de Paulo VI, ‘Evangelii Nuntiandi’
(08.12.1975). Cf. também a Redemptoris Missio , Comla 5,
etc.
Surgem sempre novos problemas e eles devem ser
resolvidos, ao menos em grande parte, pelas próprias
igrejas locais.
Fala-se muito, hoje, em nova evangelização, novos
areópagos...
Há
muitos Cursos de Missiologia, reciclagens para
missionários em férias...
O PADRE DEHON,
MISSIONÁRIO E MÁRTIR
Com
81 anos completos, o Padre Dehon começa o 45º caderno de
seu Diário: “Este é o último caderno e, talvez, o último
ano. Fiat! A minha carreira chega ao fim, é o crepúsculo
da minha vida” (p. 1).
Estamos em janeiro de 1925. É, de fato, o último ano de
sua vida. Morrerá, em Bruxelas, no dia 12 de agosto de
1925.
E,
ele faz um balanço de sua longa existência, iniciando
exatamente pela sua vocação missionária: “O ideal da
minha vida, o voto que formulava desde a minha
juventude, era o de ser missionário e mártir. Parece-me
que este voto se cumpriu. Sou missionário com os cem e
mais missionários que tenho em todas as partes do mundo”
(pp. 1-2). Mártir, ele o foi através de suas provas
dolorosas, algumas mesmo heróicas, de sua longa vida.
Embora ele se considere ‘o menor e o mais indigno de
todos os fundadores’ (p. 2), cada dia une-se aos grandes
santos, especialmente aos fundadores de Ordens e
Congregações Religiosas porque, de uma certa forma, se
sente unido ao seu ideal grandioso: “Conquistar o mundo
para Jesus Cristo... Cada dia uno-me a todas estas
almas. Gostaria de elevar o meu ideal a altura do deles.
Amo ardentemente a Nosso Senhor e gostaria de promover o
Reino do Sagrado Coração” (pp. 2-3).
Lembra, a seguir, aqueles que fundaram a Procura das
Missões de Bruxelas; lembra Mons. Grison e outros
missionários ‘vários dos quais deram generosamente a
vida pelas missões. E lembra que só o fato de ir ao
Congo mereceria já a honra do martírio’ (L.C. 381).
Congo: O caminho da morte.
Durante a longa viagem ao redor do mundo (1910-1911), o
Padre Dehon se interessa, de modo especial, pelo
trabalho missionário. Na audiência particular de
11.04.1911 (Pio X), apresenta ao Papa um longo
relatório, ressaltando vários problemas do apostolado
missionário. Ele fala dos problemas do Canadá, Estados
Unidos, China, Coréia, Manchúria, Filipinas, Ceilão (Sri
Lança) e Índia (cf. Projet p. 311).
No
final do último caderno do seu Diário (julho de 1925)
encontramos ainda uma nota que recorda as missões: “No
dia 06 de julho de 1897 partiam os primeiros
missionários para o Congo. Esta missão foi a obra mais
importante da Congregação, entre todas as obras de nosso
apostolado” (p. 64).
Padre
Dehon morreu como tinha vivido: “Por ele (Cristo) vivi,
por ele eu morro. É meu tudo, a minha vida, a minha
morte e a minha eternidade”.
Nosso
Fundador cultivou o ideal missionário desde a juventude.
Teve uma verdadeira vocação missionária, que não pôde
realizar pessoalmente, mas a realizou nos muitos
missionários de sua Congregação.
Já,
como menino, costumava ler os Anais da Propagação da Fé
e da Santa Infância. Ele escreve: “Sentia-me atraído
para a missão com Nosso Senhor e pelo zelo para a
salvação das almas... Desejava doar-me completamente;
queria ser religioso e missionário” (NHV, I, p. 29).
Como
jovem turista (21 anos), em sua viagem pelo Oriente,
alegra-se com a abertura do Canal de Suez (1865), porque
‘ assim será mais fácil chegar às missões da Ásia’ (NHV,
III, p.138).
Como
Fundador tem uma grande predileção pelas missões,
especialmente naqueles países onde o clima é mais
desfavorável (por ex. o Congo), para realizar melhor o
espírito da vocação dehoniana: ‘a profissão da
imolação’. Carregando a Cruz de Jesus, salvam-se as
almas (cf. Projet, pp. 273-274; 362; 415).
“É
evidente que o Sagrado Coração de Jesus será honrado de
forma mais perfeita, se o zelo pela sua glória se
exercita em condições difíceis, como nas longínquas
missões. Pratica-se, então, um ato de abnegação que é
uma grande prova de amor para com Nosso Senhor” (LC, p.
163).
Duas
formas de apostolado terminam por prevalecer na
Congregação: as missões na própria pátria e no exterior.
O Padre Dehon as aceita e confirma como uma indicação da
Providência (cf. Projet, p.303).
Daí o
empenho do Padre Dehon em cultivar muitas vocações
missionárias. Em dezembro de 1910, escreve ao P. Adriano
Guillaume: “Poderíamos fazer muito mais para a alegria
de Nosso Senhor, se tivéssemos mais missionários no
Congo, no Canadá, etc... Procurai muitas vocações, fazei
os nossos jovens rezar muito para esta finalidade” (Projet,
p. 448).
E, um
ano antes (setembro de 1909), pensando nas exigências de
pessoal para incrementar a missão no Congo, anota em seu
Diário: “Seriam necessários vinte sacerdotes a mais”
(hoje faltam muito mais).
Em
julho de 1919, o Padre Dehon publica um noticiário, no
qual exprime o seu grande sofrimento pela penúria das
vocações missionárias, devido à primeira Guerra Mundial.
Ressalta, no entanto, que a vocação missionária é muito
viva na Congregação: “Um bom número dos nossos deseja
levar o amor do divino Coração às terras de missão” (Projet,
p. 395).
E,
ele faz também todos os sacrifícios possíveis para
enviar missionários ao Congo e Camarões.
Numa
carta de junho de 1922, ele volta a falar da exigência
de pessoal qualificado para as missões: “Rezai pelo
nosso recrutamento. As nossas missões exigem tanto
pessoal. Não queremos apenas o número mas, sobretudo, o
fervor e a generosidade” (LC, p. 279).
E, em
dezembro de 1923, repetia ainda: “Trabalhemos
corajosamente pelas nossas missões e recrutemos muitos
missionários” (LC, p. 285).
É a
mesma preocupação de Cristo, e a mesma recomendação que
fazia aos seus discípulos: “Então disse aos seus
discípulos: A colheita é grande, mas os operários são
poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que envie
operários para a sua colheita” (Mt 9, 37-38).
P.
Francisco Sehnem, scj.
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