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   A JUVENTUDE E A IGREJA
 


 

O MUNDO RELIGIOSO E A JUVENTUDE

 RELIGI�O NO MUNDO GLOBALIZADO

 Nesta busca de situar a religi�o na sociedade p�s-moderna, Enzo Pace � um dos autores que escreve com o objetivo de trazer elementos que ajudem a entender como a religi�o se situa na P�s-Modernidade e em meio � globaliza��o. Afirma que a globaliza��o provoca a consci�ncia de que todos fazem parte de um mesmo globo e de uma sociedade civil planet�ria, que se caracteriza pela ultramodernidade, fazendo surgir um conjunto de n�o-lugares (o metr�, os aeroportos, grandes centros comerciais, multiplica��o das zonas francas, nas quais diferentes culturas se encontram).

 Como conseq��ncia, resulta um desenraizamento, fruto da mobiliza��o das massas de pessoas que se deslocam em zonas interiores, passando a surgir o n�o-lugar n�o s� geogr�fico mas tamb�m cultural (PACE,1999, p. 27). Percebe-se um processo de desculturaliza��o, isto �, de perda de identidade cultural e da capacidade de identifica��o simb�lica com coisas e lugares. Essa situa��o faz com que os Estados nacionais percam o controle do seu pr�prio territ�rio, favorecendo a perda das imagens est�veis do mundo e do �silo coletivo�.

 A religi�o, neste contexto, entra em crise como fonte de imagem est�vel criada ao longo do tempo e com a autoridade reconhecida de gera��o em gera��o. Os indiv�duos modernos est�o � procura de sentido e emo��o para al�m dos limites tradicionais que a religi�o � capaz de oferecer. A religi�o vive um momento de perda do controle institucional, devolvendo para o sujeito a gest�o da livre iniciativa, de ter novas fontes de imagina��o simb�lica e ganhando, com isso, novas sensibilidades, roupagem sem pudores e oculta��es. A P�s-Modernidade possibilita que a pessoa se sinta livre para beber em diferentes express�es religiosas. Surge, assim, a id�ia da Word-religion podendo alimentar-se de todos os movimentos que reinventam uma tradi��o e interpretam os s�mbolos de um patrim�nio para construir a sua identidade.

A religi�o, neste novo cen�rio, se v� for�ada a fazer uma revis�o do seu papel na sociedade uma vez que a globaliza��o coloca no horizonte da religi�o caracter�sticas de predomin�ncia neoliberal, de cunho econ�mico e cultural. Para Mardones, um outro desafio para a religi�o ser� enfrentar a tend�ncia do crescimento da religiosidade tradicional, juntando-se com o fundamentalismo, dando �nfase � tradi��o e aos modos tradicionais de sentir e de viver a religi�o. (MARDONES, 1998, p. 123).

 Essa tend�ncia seria causada pela necessidade do homem moderno em sentir-se mais adaptado e entrar em um mundo de seguran�a, sem abrir m�o da modernidade t�cnico-econ�mica, com os valores da quietude interior, da orienta��o moral e da espiritualidade da religiosidade tradicional que pede � religi�o a b�n��o para todo seu agir (MARDONES, 1998. p. 125). A partir desta perspectiva a religi�o estaria buscando maneiras de se adequar � Modernidade (tardia) com seus aspectos neoliberais, aliando-se ao desenvolvimento tecnol�gico, cedendo ao fasc�nio e � promessa de melhora material e de consumo, criando novos sentidos e orienta��es para o sagrado.

 As tend�ncias de adequa��o s�o tidas, por alguns, como a possibilidade de autoprote��o da religi�o frente � Modernidade para sentir-se segura, protegida e din�mica frente aos desafios e sobressaltos. O mundo globalizado estaria for�ando a religi�o a ficar mais difusa, ecl�tica, bebendo de v�rias fontes, buscando adaptar-se e responder �s pessoas preocupadas com sa�de, desequil�brio ps�quico, amea�a � biosfera. Esta religiosidade seria uma sa�da �s necessidades religiosas do indiv�duo do neoliberalismo e da globaliza��o.

 

 OS JOVENS E A RELIGI�O

 Nesse contexto, onde fica a juventude? A P�s-Modernidade, com sua cultura, provoca uma busca para preencher um vazio que passou a tomar conta da pessoa. Todos querem ser aceitos, reconhecidos, inclu�dos; � tempo do ser e do aparecer. Em grande parte, essa busca leva as pessoas at� a religi�o. A que melhor atender essa necessidade e oferecer o que as pessoas buscam, ter� maior sucesso. � necess�rio considerar que a juventude de hoje nasceu na d�cada de 70 e encontrou um mundo em mudan�as p�s-Guerra Fria e p�s-descoberta da ecologia. Eles sofrem a influ�ncia do desemprego, dos avan�os tecnol�gicos e, para eles, multiplicam-se igrejas e grupos de v�rias tradi��es religiosas com possibilidade de se fazer diferentes combina��es (NOVAES, 2005, p. 266).

A oferta religiosa � encontrada em qualquer espa�o e j� n�o exige sacerdotes como profissionais detentores do conhecimento e do sagrado. A mensagem b�blica � encontrada pelos jovens nos meios de comunica��o e no com�rcio. � que os jovens, mais do que os adultos, est�o diretamente orientados para uma religiosidade que busca adequar-se � realidade p�s-moderna e globalizada.

 A pesquisa do Projeto Juventude revelou que, dentre os 15 % dos jovens que participam de algum grupo, 04 % dizem que fazem parte de grupos de jovens da igreja. Somente 1% dos jovens se afirmou ateu e o temor a Deus � um dos valores mais apontados. 65% se declararam cat�licos, 22% evang�licos, 15% pentecostais e 5% pertencem a outras igrejas (Testemunha de Jeov�, M�rmons, Legi�o da Boa Vontade, religi�es afro-brasileiras e esp�ritas). 11% se consideram sem religi�o e 10 % dizem acreditar em Deus mas n�o seguir uma religi�o (NOVAES, 2005, p. 266).

 Os jovens cat�licos, comparados com outras religi�es, s�o os que est�o mais presentes nas cidades de pequeno porte. Est�o nas diferentes regi�es do pa�s e, na quest�o de renda, imitam a pir�mide social brasileira. O perfil dos jovens cat�licos passa por todas as rendas, mas a maioria est� entre os mais pobres, precedidos, apenas, pelos jovens evang�licos pentecostais (NOVAES, 2005, p. 266).

 Mesmo com estes dados, a Igreja cat�lica � a segunda institui��o na qual os jovens confiam totalmente (51%), 39 % at� certo ponto e somente 08 % n�o confiam nela. Seria importante verificar como a Igreja, enquanto institui��o, explora essa confian�a e que proposta e retorno oferecem aos jovens, sendo que h� 18 % que dizem que a atividade que mais gosta de fazer no tempo livre � ir � missa/igreja/culto. 51% afirmam que vai � missa, culto religioso, sess�es esp�ritas a cada 30 dias, contra 13 % dos que afirmam que nunca foram ou fizeram na vida.

 Os jovens que participam das atividades religiosas apontam que h� uma falta de dinamiza��o dos cultos e missas, chamando-as desinteressantes, demoradas e desatualizadas. Reclamam, ainda, da hipocrisia, das proibi��es dogm�ticas, das cobran�as, do autoritarismo e das taxas, por parte de bispos, pastores e padres (SCHMIDT, 1996, p.106). Por essas raz�es percebe-se, nas igrejas, uma movimenta��o no sentido de se adequarem para oferecer espa�os mais din�micos para os jovens, utilizando-se de instrumentos musicais (baterias, guitarras...). Os Evang�licos e o Movimento Carism�tico Cat�lico s�o os que mais tem demonstrado �abertura� para a diversidade juvenil. Ouvem-se shows com dan�as e m�sicas de rok pop, gospel, hip hop, funk, Country e, at� mesmo, m�sicas sertanejas em contraste com os mantras dos mosteiros e os cantos reivindicat�rios das CEBs.

 Em sua maioria, as igrejas passaram a oferecer propostas de espiritualidade que respondessem a essa situa��o. Oferece-se uma espiritualidade para a juventude tida como desligada e descomprometida com a realidade. Vivem e prop�em uma espiritualidade horizontal do indiv�duo e com �seu deus�. � crescente a oferta de uma espiritualidade �light�, mais parecida com terapias psicol�gicas e harmoniosas.

Assim como, por parte dos jovens, h� resist�ncias � postura da Igreja frente ao aborto, ao homossexualismo, aos anticoncepcionais, � concep��es de pecado, existem, tamb�m, os que preferem uma igreja com postura conservadora (SCHMIDT, 1996, p.109). Os jovens possuem tr�s atitudes em rela��o � religi�o: 1) a religi�o � importante e algo interior que cabe a cada um acreditar do seu modo; 2) acredita-se e se participa muito pouco, limitando-se a participa��es eventuais; 3) as atitudes dos que acreditam e participam ativamente dos grupos da igreja. Sentem que a religi�o d� sentido e influencia em suas vidas, mas que isso n�o os impede de fazerem suas cr�ticas (SCHMIDT, 1996, p.111). Os jovens, quando se dedicam a uma pr�tica religiosa, carregam consigo todo o imagin�rio da perspectiva de salva��o. Criam uma maneira de pensar e de se colocar no mundo e a acreditam que possuem uma miss�o a ser cumprida e um chamado a responder.

 Assim como os adultos, os jovens buscam o espa�o religioso motivados pela necessidade de viverem uma experi�ncia sagrada que os alimente e lhes d� sentido de vida. � essa motiva��o, entre outras, que os leva a se organizarem em grupos porque se sentem inspirados por v�rias propostas e lideran�as. Em especial, por pessoas e grupos com caracter�sticas carism�ticas para o envolvimento e a mobiliza��o. Eles t�m, nas lideran�as religiosas, uma refer�ncia de modelo a ser seguido.

 � essa viv�ncia grupal que os possibilita a se alimentarem atrav�s dos ritos, mitos e de toda a simbologia que lhes permite situar-se na realidade, modificando seu ethos e vis�o de mundo. A cren�a dos jovens nas utopias religiosas � o que lhes d� sentido de perten�a a um lugar num grupo. � o que lhes permite seguir uma ritualidade no tempo e no espa�o. Estar no espa�o sagrado lhes possibilita a intera��o da cultura com o profano.

 A religiosidade como express�o cultural tem ocupado um papel importante na vida dos adolescentes e jovens e est� presente no cotidiano da sociedade. Ela � um elemento catalisador dos medos, perspectivas e aceita��es e permanece como valor de busca vivencial entre os jovens. Existe, tamb�m, o crescimento da religiosidade voltada mais para a �Nova Era�, que se apresenta como uma religiosidade difusa, ecl�tica e que bebe nas �guas das diferentes religi�es, n�o precisando comprometer-se com nenhuma. Ela tem respondido aos jovens preocupados com sa�de, desequil�brio ps�quico, amea�a � biosfera. Mardones diz que esta religiosidade pode ser entendida como uma religiosidade adequada ao uniformismo funcionalista da tecnologia e do dom�nio do consumismo mercantilista. Esta religiosidade � uma sa�da �s necessidades religiosas do indiv�duo do neoliberalismo e da globaliza��o (MARDONES, 1998, p. 128).

 

UMA RELIGI�O VELHA NUM MUNDO NOVO, DESAFIO � VITALIDADE PASTORAL DA F�

A apari��o do cristianismo sup�s, na vida religiosa de seu tempo, a irrup��o de um rebento pequeno, mas extraordinariamente carregado de novidade.  A consci�ncia de novidade que os crist�os compartilham, leva-os a viverem uma �vida nova�. Esta impress�o de novidade que eles irradiavam influiu decisivamente na prodigiosa expans�o dos crist�os constitu�dos por uma minoria oprimida e perseguida, sem recursos de poder nem meios de prest�gio humano. Por isso sua mensagem era �boa nova� frente a uma sociedade e a algumas religi�es incapazes de responder �s perguntas radicais dos seres humanos. 

 Incapacidade de renova��o

A raiz desta situa��o �ultrapassada�, t�o contraria � natureza do cristianismo, est� o fato de que a Igreja n�o se renova.  N�o se renova porque est� faltando nela o relevo geracional que origina as crises da transmiss�o da f�, e lhe falta a renova��o que procura o contacto com outros e com os diferentes que lhes proporcionariam uma bem entendida evangeliza��o. Esta incapacidade est� levando o cristianismo � outra incapacidade: somos incapazes de transmitir o cristianismo aos pr�prios batizados que se afastam da f� e da pr�tica da vida crist�.

O dinamismo da renova��o pastoral se reflete, necessariamente, no campo da sua pr�tica. Vejamos algumas aplica��es que parecem  se impor no atual momento de reflex�o pastoral: 

 1) A adequa��o aos tempos situa a pastoral num estado de problema generalizado e aberto. N�o nos deve surpreender que a pr�tica pastoral se veja, em todos os n�veis, contestada e questionada. N�o se trata de romper arbitrariamente com o passado, mas de delinear de modo l�cido as exig�ncias da renova��o com vista ao futuro, com a urg�ncia e dinamicidade que os tempos exigem. Tomar em conta esta necessidade � o primeiro passo para um discurso real, como fizeram os bispos em Medell�n.

 2) A pastoral deve assumir as vantagens do m�todo sociol�gico. Como os outros setores, tamb�m a pastoral deve partir do conhecimento - a ser poss�vel cient�fico - da situa��o sociocultural de toda a regi�o e do momento hist�rico.

 3) A pastoral deve assumir as exig�ncias do pluralismo e da descentraliza��o. O pluralismo pastoral � a resposta � variedade infinita de situa��es diversas - de cultura, geografia, condi��es socioecon�micas, etc.- dos lugares nos quais a pastoral deve ser desenvolvida.

 4) A pastoral deve proceder com a prud�ncia da aud�cia. � imperativa a renova��o ou a experimenta��o de novas f�rmulas atrav�s da reforma de estruturas e da busca de solu��es para os novos problemas. Certamente, toda experimenta��o comporta certa margem de risco, e por isso, se exige que se assegurem as melhores garantias de �xito e adequados m�todos de valora��o, mas sem medo de refazer o caminho equivocado, quando necess�rio.

 Pontos que podem orientar o trabalho com a evangeliza��o da juventude

 Num contexto de crescente desinstitucionaliza��o religiosa e de sacralidade fora da religi�o, onde h� a privatiza��o da religi�o, por um lado, e o aumento do fundamentalismo no outro, a presen�a de diferentes cren�as mesclando-se com seitas sat�nicas, a primazia do est�tico sobre o conte�do, o desenvolvimento de uma espiritualidade e de uma religiosidade em rede, � importante:

      Criar, manter e fortalecer a experi�ncia de vida comunit�ria. � isso que caracteriza a f� crist� e onde se mant�m viva a chama.

      Vivenciar uma pastoral de fronteiras, sendo capaz de partilhar com o outro a mensagem do Evangelho, n�o s� com os que est�o no caminho.

      Fortalecer a f� a partir da pr�tica crist�. Tem gente que faz uma coisa e diz outra. Significa: ter coer�ncia entre teoria e pratica e ter capacidade de dar testemunho com a vida crist�.

      Aproximar-se das experi�ncias e pr�ticas juvenis.

      Forma��o teol�gica e metodol�gica, visando uma f� madura e uma capacidade para trabalhar com os jovens, ativa e participativamente.

      Refor�ar a linguagem, o apoio � forma��o humana, a quest�o vocacional numa vis�o mais ampla, o projeto de vida, a quest�o do testemunho.

      Ajudar no fomento das voca��es. Que os leigos/as ajudem a fomentar novas voca��es.

      Visibilizar o trabalho pastoral, n�o ficando s� �intra-muros�. Aproveitar os meios, mostrando a mensagem que temos. Fazer vis�vel o trabalho, n�o deixando de discutir a organiza��o.

      Contribuir e articular projetos de vida com projetos sociais, dando sentido � vida dos jovens.

 Desafios que se explicitam:

        Trazer o novo. Abra�ar o novo que o jovem traz, incorporando-o na igreja.

        Garantir a organiza��o das pastorais espec�ficas. Que elas tenham momentos em que se encontrem.

        Fortalecer a forma��o teol�gica e metodol�gica, visando uma f� mais madura.

        Trabalhar com as tribos urbanas num contexto como s�o apresentadas nos meios de comunica��o.

        Afirmar a proposta eclesiol�gica da Pastoral Juvenil juntamente com o seu compromisso social.

        Ajudar/provocar que se supere certa cegueira eclesi�stica e teol�gica de entender a necessidade que se h� de falar da juventude enquanto sinal do reino de Deus. H� uma car�ncia de te�logos que se debru�am sobre a quest�o da juventude.

        Empoderar e abrir espa�os para a juventude protagonizar espa�os eclesiais � leitura b�blica, espa�o lit�rgico.

        Acompanhar o processo de educa��o na f� sabendo de suas exig�ncias; h� muito material, mas n�o se consegue fazer acontecer o processo. Deve-se ter presente, tamb�m, certa resist�ncia forte contra os subs�dios, encaradas como normas.

        Reconhecer que h� uma perca de identidade de grupos de jovens. Qual caminho seguir?. S� buscar o l�dico, a alegria, a festa?

        Favorecer o conhecimento da proposta da Pastoral da Juventude, de modo especial junto aos bispos. O desconhecimento � uma evid�ncia.  A proposta de articular o Setor Juventude esconde muitas quest�es que precisam ser retomadas. Parece mera  estrat�gia para desarticular experi�ncias existentes.

        Assumir a op��o pela Pastoral da Juventude, fazendo que ela seja parte do projeto de vida.

        Compreender o processo de adolescentiza��o dos grupos de jovens das par�quias. Os jovens entram cedo na Universidade e os grupos n�o respondem mais �s necessidades deles.

        Reconhecer a fragiliza��o das estruturas da Pastoral Juvenil e buscar outras alternativas. Verifica-se, al�m disso, a  falta de acompanhamento dos adultos.

        Trabalhar a dimens�o vocacional entendida como projeto de vida, valorizando todas as voca��es e a f� comunit�ria.

        Aproximar a hierarquia com as outras experi�ncias dos jovens. H� um distanciamento dentro da pr�pria estrutura eclesial.

        Refletir sobre a instala��o do Setor Juventude nas dioceses. H� varias realidades nas dioceses, o que dificulta uma solu��o. N�o basta mudar o nome. A articula��o � importante, mantendo a identidade e o espa�o de interlocu��o interna.

        Fazer uma pastoral de fronteira conosco mesmos, significando forma��o de grupos de jovens. A pastoral juvenil deve ser capaz de atrair outros jovens e a somar for�as por esta causa, logrando uma complementa��o entre a cultura juvenil com a cultura pastoral.

        Dar visibilidade ao trabalho da juventude. Esta visibilidade depende muito do adulto.

        Investir financeiramente na forma��o dos jovens. A Igreja n�o pode ver a juventude como gasto ou custo permanente.

        Cobrar do Estado a��es de pol�ticas p�blicas a favor da juventude e de suas organiza��es.

 

Extra�do de "Evangeliza��o da Juventude: contexto, conseq�encias e desafios" - de Carmem Lucia Teixeira e Hil�rio Dick, SJ - Rede Brasileira de Centros e Institutos de Juventude � (RECIJU) e Setor Juventude � CNBB - Casa da Juventude Pe. Burnier - CAJU

Fonte: www.casadajuventude.org.br

 

 
 

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