Olimpíadas 2008
 

"Que o esporte possa ser, mais uma vez,
penhor de fraternidade e de paz entre os povos"!
Bento XVI

A Igreja católica no Oriente

O trabalho da Igreja clandestina, a formação de seminaristas, o exemplo de Fengxiang e o aumento das práticas religiosas são cenários na China

Com a realização dos Jogos Olímpicos em Pequim, a China expôs-se ao mundo e quis enfrentar a oportunidade de se afirmar na comunidade internacional, pondo também debate as fragilidades da sociedade chinesa.

A ausência de liberdade, em especial a falta de liberdade religiosa é uma dessas fragilidades que percorre a história da China desde meados do Séc. XX.

Em Novembro de 1995, foi transmitido na televisão francesa um documentário sobre os cristãos na China. Os bispos, padres e religiosos filmados foram detidos. Até hoje, James Su Zhimin, bispo de Baoding, continua desaparecido. Os padres e religiosos clandestino na China são vigiados de perto e por isso se tenta proteger as suas identidades.

Trabalhar clandestinamente

Numa das aldeias no Norte da China, as pessoas trabalham na agricultura. São pobres e a água é preciosa. As casas não têm aquecimento nem as infra-estruturas sanitárias.

O Pe. Pedro (nome fictício), da Igreja clandestina, passa a sua vida a viajar de aldeia em aldeia, de casa em casa. Em 23 aldeias, as famílias dão-lhe abrigo durante uma ou duas noites. Transporta consigo, dentro de um saco, todos os seus pertences.

“Todos os dias celebro a missa, ouço confissões e visito os doentes. Aos Domingos, há três ou quatro missas em locais selecionados de modo a que muitas pessoas possam assistir”, explica. O Pe. Pedro é sacerdote católico há 12 anos, quatro dos quais na paróquia onde atualmente se encontra. As suas visitas são aguardadas com entusiasmo, pois consideram-no membro da família. Mas o que ele faz é ilegal, pois é padre de uma igreja clandestina.

“Somos perseguidos”, admite o sacerdote, acrescentando que a liberdade na China ainda está muito longínqua na China, mas temos de ter fé. Jesus disse-nos «Não tenhais medo». A Igreja de Roma foi perseguida durante 300 anos e no final consegui a sua liberdade”.

O governo chinês tolera a religião sob o apertado controlo das chamadas Associações Patrióticas, que têm por objetivo assegurar que as crenças religiosas não ameacem a linha partidária. Existem três igrejas, uma das quais depende inteiramente da Associação Patriótica. Outra pertence ao Papa e à Associação Patriótica. Outra é exclusivamente leal ao Papa”.

José, (nome fictício) é um trabalhar na aldeia e explica que o seu batizado foi realizado na Igreja patriótica e só mais tarde descobriu que havia duas igrejas – a patriótica e a clandestina. “Comecei a rezar e a pedir a Deus que me ajudasse a perceber qual delas é a verdadeira Igreja”.

Os cristãos que não rendem a sua fé às diretivas governamentais são conduzidos para a clandestinidade, correndo o risco de serem detidos a qualquer momento. A missa é celebrada secretamente, uma vez que as igrejas provisórias podem ser destruídas pelas autoridades de um dia para o outro.

Na China comunista foi sempre difícil ser cristão.

Fui batizada ainda criança. Durante a revolução cultural os católicos eram perseguidos. Espancaram-me e eu abandonei a fé. Durante esses anos, não dei glória a Deus, mas mesmo não tendo sido fiel, acredito que Deus é o verdadeiro Deus”, explica Teresa (nome fictício), trabalhadora na aldeia.

A partilha de um sacerdote por 23 aldeias requer a participação de todos.

A Irmã Maria, da Igreja clandestina, explica que leu a Bíblia e conversou com outras pessoas acerca da vida cristã. “Faço visitas aos velhos e aos doentes, no Verão dou catequese aos jovens para eles aprenderem os ensinamentos da Igreja”.

Catarina (nome fictício), da Igreja Clandestina explica que “aldeias como esta a maioria das pessoas não sabem nada sobre o Cristianismo. Mas vêem como os católicos rezam com os doentes e isso ajuda-os a perceber como Deus os ama”.

Paulo (nome fictício), da Igreja Clandestina explica que trabalha no campo. “Não terminei a escola, mas sei tocar órgão e, apesar de não tocar muito bem, consigo acompanhar os cânticos da missa e agradeço a Deus a sua dádiva”.

Ser seminarista

Noutra localidade da China central, o ensino da Igreja clandestina tem de ser realizado secretamente. Jovens freqüentam a universidade com milhares de outros alunos, mas os seus colegas não sabem que estes alunos, levam uma vida dupla. Pertencem a uma comunidade clandestina onde se encontram a receber formação para se tornarem padres.

Matias (nome fictício), seminarista da Igreja Clandestina, explica que “antes de ir para a universidade, sentíamos um grande desejo de evangelizar os alunos. Mas se queremos ficar muito tempo na universidade, temo de ter cuidado e evitar o risco de sermos descobertos”. Agora o seu objetivo principal é estudar e assim que tiverem terminado os estudos “teremos mais liberdade para evangelizar”.

Para evitar serem detectados, os alunos dividem-se em pequenos grupos e mudam-se para apartamentos colocados à sua disposição por famílias católicas. Comparada com o seminário, esta é uma casa luxuosa. A rigorosa rotina diária permanece idêntica. O dia começa às 4 horas da manhã e inclui cozinhar e fazer limpezas, mas também rezar e estudar. O melhor quarto da casa foi convertido em capela.

Perante o olhar leigo, uma caixa decorada contém o pão da eucaristia.

“Por vezes somos descobertos e temos de mudar de casa”, explica o Pe. Nicodemos (nome fictício), reitor do Seminário da Igreja clandestina. “Estivemos já em muitos lugares”. Quando era seminarista o sacerdote recorda ter mudado três vezes de residência e todas as mudanças foram feitas secretamente, a meio da noite. “Por vezes os seminaristas da Igreja patriótica juntavam-se nós. Temos de ser prudentes, nesta situação, porque receamos que eles sejam espiões”.

O próprio reitor do Seminário conhece a prisão por dentro. Mas não é isso que o preocupa mais. A qualidade da formação teológica a oferecer é a principal preocupação.

“A nossa maior dificuldade é não ter professores. O reitor do Seminário ensina um pouco de tudo, mas no final acabamos por mão conseguir ensinar nada devidamente. Outro problema é a falta de bons livros para estudar”.

A diocese de Fengxiang

Lucas Li Jingfeng, nasceu em 1922. Passou 23 anos da sua vida na prisão e em campos de trabalho, uma situação normal para um bispo da sua geração. A primeira onda de perseguição teve início quando os comunistas chegaram ao poder em 1949. Os missionários foram expulsos, os bens da Igreja foram confiscados e os bispos e padres foram presos tendo muitos deles sido assassinados.

Na altura em que D. Lucas Li foi preso pela primeira vez, sabia que não podia esperar mais nada. O bispo da Igreja Clandestina aprovada pelo governo afirma que “não tinha medo. Era normal ser perseguido. Se não tivesse sido perseguido teria sido um milagre”. Por isso “não havia tristeza, temor, medo ou dor. Havia sofrimento, mas Cristo sofreu por nós”.

A perseguição intensificou-se em 1966, na altura que Mao Tsé-Tung lançou a Revolução Cultural, para eliminar os seus opositores políticos. Durou uma década, matou milhões de pessoas e destruiu o tecido da sociedade chinesa. A religião em geral, e a Igreja Católica em particular, foi apontada como contra revolucionária.

“Durante a revolução cultural, os que não estavam na prisão, sofreram mais do que nós sofremos quando estávamos na prisão”, recorda o Bispo Lucas Li. As igrejas forma destruídas, fecharam-se seminários, e os clérigos foram assassinados ou presos.

D. Lucas Li recorda não ter sofrido muito. “Um dos meus colegas de turma sofreu muito mais. Foi muito corajoso. Era um homem de fé, um cristão convertido. Espancaram-no, esfaquearam-no e rasgaram-lhe as roupas e enquanto era torturado repetia «sou padre da Igreja Católica. Se vocês me maltratarem como uma pessoa normal, não importa. Mas se me maltratam porque sou padre, não temo nada»”.

O programa de liberalização de Deng Xiaoping, de 1978, começou a abrir portas para o regresso da religião à vida pública chinesa. Mas esta liberdade religiosa limitada tinha um preço – o controle das associações patrióticas criadas sob o domínio de Mao Tsé-Tung para assegurar a compatibilidade da religião com o ideal do partido comunista.

Para os católicos a ligação à Associação Patriótica significava a renúncia ao poder papal. D. Lucas Li negou. “Se não estivermos unidos a Roma, ao Vaticano e ao Papa não somos católicos”.

D. Lucas Li conseguiu algo de excepcional na China. Desde a sua libertação, as boas relações que mantém com o governo permitiram-lhe contornar a Associação Patriótica, através da direção da sua diocese. O Bispo Lucas Li nunca renunciou ao Papa e ainda consegue trabalhar sem disfarçar.

“É um milagre”, considera o Bispo. A Associação Patriótica nunca foi ter com D. Li e nunca falou com ele. “Negoceio diretamente com o governo”.

A maior força de D. Lucas Li é o apoio que recebe de todos os sacerdotes da sua diocese. Aqui, os católicos fieis a Roma, não são obrigados a fazer o seu culto secretamente.

Nesta diocese foram construídas cerca de 30 novas igrejas. Isto foi possível porque com a abertura da China, os bens da Igreja “foram-nos devolvidos e aqui o governo local é tolerante”, explica o Pe Yang Xiao Jian, da Igreja Clandestina, apoiada pelo governo.

Nova Igreja construída perante o olhar dos inspetores do governo. Chinesa por fora, por dentro a igreja é complemente romana. A Igreja foi construída em estilo chinês.

“Em geral, os fiéis preferem igrejas em estilo europeu, que proclamam que a nossa fé vem de Roma. Mas o nosso bispo encorajou-nos a construir em estilo chinês como sinal da aculturação da fé católica na cultura chinesa”, explica o Pe. Yang Xiao Jian.

Na aldeia de Jian Hong Tu, a cerca de 1125 quilômetros de Pequim, a divisão ideológica entre o comunismo ateísta e a religião, foi ultrapassada por dois homens. O sacerdote da paróquia católica e o secretário do partido comunista, que juntaram força para oferecer uma escola às crianças locais.

Yan Qike, Secretário do Partido comunista em Baishan, explica que a reconstrução da escola foi possível graças ao pároco da paróquia e com a ajuda de uma fundação alemã. “A Igreja católica cumpre as suas promessas. Apoiaram-nos desde o início da construção até ao fim. Se no início o governo tinha criticas a fazer, no final, depois de ter falado com vários funcionários públicos responsáveis, deixaram-nos avançar”.

A abordagem do secretários do partido comunista é pragmática. “Nesta área existem muitos cristãos que são cidadãos modelo. As autoridades reconhecem este fato e não interferem nas atividades da Igreja. A reputação dos cristão aqui é de pessoas exemplares no respeito pela lei”.

A diocese de Fengxiang de D. Lucas Li, na província de Shaanxi, é exemplo de relações novas e melhoradas. Existem alguns casos de protestantes e ortodoxos russos que atuam sem filiação a uma associação governamental. Mas este acordo, apenas aprece possível a uma distância segura de Pequim. Parece uma incógnita o fato de o governo tolerar esta liberdade a uma maior escala.

Prática religiosa em alta

A religião é ainda um dos segredos mais bem guardados da China. Ninguém sabe ao certo quantos crentes religiosos existem na China mas todos sabem que os números elevados e se encontram em rápido crescimento. Os estudiosos chineses começam a avaliar este novo fator.

O professor Tong Shijun, Vice presidente da Academia de Ciências da Universidade de Xangai conduziu a primeira pesquisa de opinião em larga escala sobre a adesão religiosa na China e descobriu que mais de 30% das pessoas se considera religiosa. Significa isto que cerca de 300 milhões de chineses rezam.

“O número de pessoas que diz acreditar em algum tipo de sistema religioso é mais elevado do que esperávamos. Na China, atualmente as pessoas estão mais abertas para se exprimirem nestes aspectos, enquanto que antes provavelmente teriam hesitado em exprimir-se como seno ou não religiosas”.

Outro pressuposto questionado pelo estudo diz respeito à classe social. “Esperávamos que as pessoas em áreas economicamente mais prósperas manifestassem um menor interesse religioso, mas não é esse o caso. Para nossa surpresa não existe paralelo entre a situação religiosas e a situação de sucesso econômico”.

Financiado pelo Ministério da Educação chinês, o estudo faz parte de uma abordagem nova e mais descontraída ao velho inimigo, a religião. “O governo mostrou mais atenção ao papel das religiões na construção da chamada sociedade harmoniosa socialista. Houve no passado atitudes mais negativas e inibitórias”.

As atitudes em relação à religião podem estar a mudar, mas a solução proposta permanece a mesma , o Marxismo.

“O Marxismo pode também ir de encontro às crescentes necessidades de vida espiritual na China. Existe um interesse crescente na vida e na dimensão espiritual entre os chineses”. Mas na China, que tem uma tradição secular, “a procura do sentido da vida pode também ser satisfeito por ideologias seculares”.

O surto religioso na China impressiona o governo. Mas um fator ainda mais alarmante, é a comissão disciplinar, 20 dos 60 milhões de membros do partido serem crentes e 10 milhões participarem regularmente em serviços religiosos. A liderança chinesa trocou os ideais do marxismo pelo capitalismo. Falta saber se o próximo será o ateísmo.

Agência Ecclesia/Romereports e Chatolic Radio and Television Network/Ajuda à Igreja que Sofre

 


Animação: Globo

Jogos Olímpicos
MEDALHAS BRASILEIRAS EM PEQUIM  15

3

VÔLEI - feminino

ATLETISMO - SALTO EM DISTÂNCIA - feminino: Maurren Higa Maggi

NATAÇÃO - 50m livre - masculino: Cesar Cielo

________________________________________

4

VÔLEI masculino


VÔLEI DE PRAIA - masculino:
Marcio Araujo e Fabio Luiz

FUTEBOL - feminino

VELA STAR - masculino:
Robert Scheidt e Bruno Prada

________________________________________

8

TAEKWONDO - feminino - acima 67kg:
Natália Falavigna


FUTEBOL - masculino


VÔLEI DE PRAIA - masculino
: Ricardo e Emanuel

VELA - 470 feminino
: Fernanda Oliveira e Isabel Swan

JUDÔ - Leve feminino(até 57kg)
: Ketleyn Quadros

JUDÔ -
Leve masculino(até 73kg): Leandro Guilheiro

JUDÔ -
Meio-médio masculino (até 81 kg): Tiago Camilo

NATAÇÃO - 100m livre - masculino
: Cesar Cielo

O BRASIL EM PEQUIM
outras colocações

Ciclismo Estrada - Corrida de estrada individual masculino - 20º Murilo Fisher / 90º Luciano Pagliarini
Ciclismo Estrada - Corrida de estrada individual feminino
- 51º Clemilda Silva
Natação 400m medley - masculino - Thiago Pereira
Natação 200m borboleta - masculino - 7º Kaio Márcio
Natação 200m medley - masculino - 4º Thiago Pereira
Natação Maratona aquática 10km - feminino - 5º Ana Marcela Cunha / 7º Poliana Okimoto
Natação Maratona aquática - 10km - masculino - 14º Allan do Carmo
Levantamento de peso Até 69kg - masculino
- 18º Welisson Rosa da Silva
Hipismo Concurso Completo de Equitação por equipe - salto - 10º Marcelo Tosi, Jeferson Sgnaolin, André Paro
Hipismo Concurso Completo de Equitação individual - salto - 22º Marcelo Tosi
Hipismo Saltos individual - 72º Pedro Veniss - não completou o percurso
Hipismo Saltos individual - 38º Camila Benedicto
Hipismo Saltos individual - 5º Rodrigo Pessoa / 10º Camila Benedicto
Judô Médio masculino (até 90kg) - 7º
Eduardo Santos
Judô Meio-pesado feminino (até 78kg) - Edinanci Silva
Remo Skiff simples - feminino - 19º Fabiana Beltrame
Remo Skiff simples - masculino - 14º Anderson Nocetti
Remo Skiff duplo leve - masculino  - 17º Thiago Gomes e Thiago Almeida
Remo Skiff duplo leve - feminino - 15º
Camila Carvalho e Luciana Granato
Vela 49er - 7º André Fonseca e Rodrigo Duarte
Vela RS:X - feminino - 18º Patrícia Freitas
Vela RS:X - masculino - 5º Ricardo Winicki
Canoagem Velocidade C1 - 1000m masculino - 14º Nivalter Jesus
Ginástica artística por equipe - feminino - 8º
Ginástica artística Individual geral - feminino - 10º Jade Barbosa / 22º Ana Claudia da Silva
Ginástica artística Solo - masculino - 6º Diego Hypolito
Ginástica artística Salto - feminino - 7º Jade Barbosa
Ginástica artística solo - feminino - 6º Daine dos Santos
Atletismo Marcha atlética 20km - masculino - 14º José Alessandro Bagio
Atletismo Heptatlo - 18º Lucimara Silva
Atletismo 100m com barreiras - feminino - 33º
Maila Machado
Atletismo 400m com barreiras - feminino - 22º -
Lucimar Teodoro
Atletismo Salto com vara - feminino - 10º Fabiana Murer
Atletismo 200m rasos - 23º Evelyn dos Santos
Atletismo Salto em altura - masculino  - 10º Jessé de Lima
Atletismo 110m com barreiras - masculino - 30º Anselmo da Silva
Atletismo 800m - masculino - 45º Kleberson Davide
Atletismo 800m - masculino  - 18º Fabiano Pecanha
Atletismo Marcha atlética 20km - feminino - 37º Tânia Spindler
Atletismo Salto triplo - masculino - Jadel Gregório
Atletismo Salto em distância - feminino - 11º Keila Costa
Atletismo Revezamento 4x400m - feminino - 13º Maria Laura Almirão, Josiane Tito, Emmily Pinheiro e Lucimar Teodoro
Atletismo Revezamento 4x100m - feminino - 4º
Rosemar Neto, Lucimar de Moura, Thaissa Presti e Rosângela Santos
Atletismo Revezamento 4x100m - masculino - 4º
Atletismo Maratona - masculino - 38º José Teles de Souza
Pentatlo moderno - feminino - 18º Yane Marques
Triatlo - feminino - 39º Mariana Ohata
Triatlo Masculino - 26º Juraci Moreira / 35º Reinaldo Colucci

Nado sincronizado - 13º Lara Teixeira e Nayara Figueira
Saltos ornamentais Plataforma individual 10m - feminino - 23º Juliana Veloso
Saltos ornamentais Plataforma individual 10m - masculino - 19º Hugo Parisi / 24º Cassius Duran
Vôlei de Praia - feminino - 4º
Talita e Renata
Ginástica rítmica Equipe - geral - 12º
Ciclismo Estrada - Mountain Bike masculino - 21º Rubens Donizete

 

Paraolímpiadas
MEDALHAS BRASILEIRAS EM PEQUIM  47

16

NATAÇÃO - 50m costas S5 - masculino: Daniel Dias

NATAÇÃO - 100m livre S5 - masculino:
Daniel Dias

NATAÇÃO - 100m borboleta S10 - masculino: André Brasil

NATAÇÃO - 100m S10 - masculino:
André Brasil

ATLETISMO - 100 m rasos - T11:
Lucas Prado

NATAÇÃO - 200 m livre - S5 - masculino:
Daniel Dias

BOCHA -
Individual - BC4 - masculino: Dirceu Pinto

JUDÔ - até 100kg - masculino:
Antonio Tenorio

BOCHA - duplas BC4 - masculino:
Dirceu Pinto/Eliseu Santos


NATAÇÃO - 200m medley SM5 - masculino:
Daniel Dias


NATAÇÃO - 200m rasos T11 - masculino:
Lucas Prado

NATAÇÃO - 50 m livre - S10 - masculino:
André Brasil

NATAÇÃO - 400 m livre - S10 - masculino:
André Brasil

ATLETISMO - 200 m rasos - T11 - feminino:
Terezinha Guilhermina 

ATLETISMO - 400 m rasos - T11:
Lucas Prado
 

FUTEBOL - de 5:
equipe

________________________________________

14

ATLETISMO - Lançamento de dardo - F35-38 - feminino:
Shirlene Coelho  

JUDÔ - até 48kg - feminino:
Karla Cardoso 

ATLETISMO - 100 m rasos - T11 - feminino:
Terezinha Guilhermina 

NATAÇÃO - 100m livre S10:
Phelipe Rodrigues

JUDÔ - acima 70kg - feminino: Deanne Silva

NATAÇÃO - 50 m borboleta - S5 - masculino:
Daniel Dias

NATAÇÃO - 200 m medley - SM10 - masculino:
André Brasil


NATAÇÃO - 100 m peito - SB4 - masculino:
Daniel Dias

NATAÇÃO - 50 m livre - S5 - masculino:
Daniel Dias

NATAÇÃO - 50m livre S10:
Phelipe Rodrigues

NATAÇÃO - revezamento 4X50 livre - 20pts:
Daniel Dias, Ivanildo Vasconcelos, Luis Silva e Clodoaldo Silva

TÊNIS DE MESA - M3:
Welder Knaf e Luiz Algacir

ATLETISMO - revezamento 4X100 rasos - T42/46:

ATLETISMO - maratona - T46:
Tito Sena


________________________________________

17


JUDÔ - até 52kg - feminino: Daniele Silva

JUDÔ - até 57kg - feminino:
Michelle Ferreira

BOCHA - individual BC4: Eliseu Santos

ATLETISMO - 100m rasos T11: Ádria Santos

EQUITAÇÃO - Prova Individual - Classe Ib:
Marcos Alves


ATLETISMO -
800 m rasos - T12 - masculino: Odair Santos


ATLETISMO - 5.000 m - T13 - masculino:
Odair Santos

REMO - Skiff duplo - TA: Josiane Lima e Elton Santana

NATAÇÃO - Revezamento 4 x 50 m livre - 20pts:
Daniel Dias, Clodoaldo Silva, Joon Seo e Adriano Lima


EQUITAÇÃO - Prova Individual Estilo Livre - Classe Ib:
Marcos Alves


ATLETISMO - 400 m rasos - T12 - feminino:
Terezinha Guilhermino


NATAÇÃO - 50 m borboleta - S7 - feminino:
Verônica Almeida

NATAÇÃO - 50 m livre - S11 - feminino:
Fabiana Sugimori

ATLETISMO - 100 m rasos - T46:
Yohansson Nascimento

NATAÇÃO - 50 m livre - S4 - feminino:
Edenia Garcia

ATLETISMO - 10.000 m - T12:
Odair Santos

ATLETISMO - 200 m rasos - T11: Jerusa Santos

 

 

 

© 2008 - Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus
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