quarta-feira, 14 de abril de 2010
Discurso de encerramento - Conselho Geral
No encerramento do Seminário Missio Cordis, pe. John van den Hengel fez o discurso de encerramento, transcrito em português e espanhol, a seguir:
"Chegamos ao fim de nossa festa. Quero expressar minha gratidão por sua acolhida a um conselheiro geral que tinha que rezar todos os dias para que o Espírito Santo baixasse nele o dom das línguas. Partilhamos entre nós aquilo que nos une. Sou grato em poder testemunhar o entusiasmo de vocês em dar continuidade à herança dehonaina enriquecida por sua experiência pastoral neste continente. Agradeço pelo trabalho de organização deste seminário e pelos diversos palestrantes que , nestes dias, se debruçaram sobre os textos de P. Dehon e do documento de Aparecida.
Este trabalho não se limitará à memória dos participantes, mas passa a integrar nosso patrimônio cultural.
1. Penso que na história da reflexão sobre P. Dehon e nossa espiritualidade na América Latina este seminário não foi o começo. A mensagem conclusiva cita os antecedentes desta conferência. Na minha introdução mencionei este Missio Cordis como sendo o segundo seminário. Não pretendia, com isso, desconsiderar seu trabalho anterior mas situar este seminário da Congregação e não apenas como um acontecimento regional. O Governo geral está bem consciente de que este seminário estaria orientado para os interesses regionais e continentais. Assim mesmo, ele é visto como transcendendo a América Latina e falando a toda a congregação. Gostaríamos que estas reflexões daqui, com sotaque regional, fossem ouvidas em outros lugares. Esperamos conduzir tais reflexões em outro continentes.
2. Missio Cordis foi pensado como um seminário pastoral no contexto latinoamericano. Pensou-se em ajudar os confrades da America Latina a entender os desafios pastorais emergidos no documento de Aparecida, em Caritas in veritate e nos escritos de P. Dehon. Leu-se Aparecida com o olhar dehoniano, tentando inculturar nossa espiritualidade dentro do impulso da América latina por uma nova evangelização. Esta iteração metafórica do campo semântico de Dehon e de nossa espiritualidade com os escritos de Aparecida foi, na minha opinião, muito frutífero e dá o tom para outros esforços de inculturação em outros continentes.
3. O resultado deste seminário coincidiu com o que eu falei na abertura sobre teologia prática. Na reunião de superiores maiores europeus, em Salamanca, há quinze dias, emergiu esta pergunta: quê virtudes dehonianas devem pervasar a formação? Neste seminário vocês começaram a descrevê-las. Ouvi vocês dizerem que coração dehoniano é um coração que escuta, aprende e anuncia. É um coração aberto à palavra do outro, especialmente, ao Outro, aberto como era o de Maria e de muitos nosso predecessores na fé, ao dizerem: Aqui estou. Vim para fazer a Tua vontade. As vozes que mais devemos ouvir são as dos pobres, as vozes do Espírito de Deus em outras religiões e comunidades cristas e a vozes da Igreja da America Latina, ouvidas em Aparecida.
Foi importante identificar estas vozes. Vocês também identificaram os destinatários da missio cordis: especialmente os pobres as comunidades paroquiais e os jovens.
4. Onde este seminário se encaixa no projeto maior da Congregação? Pouco antes de eu chegar aqui o Conselho geral teve uma reunião para discutir a tarefa da Comissão Teológica. Os nomes dos membros desta comissão ainda não estão determinados o que esperamos venha a acontecer nas próximas semanas. O Conselho geral pretende reunir estes membros na ultima semana de junho. Naquela reunião será elaborado o plano qüinqüenal de reflexão teológica.
A intenção é de ter alguém na Cúria geral cuja tarefa seria de presidir a comissão teológica, ser o Diretor do Cetro de Estudos em Roma, ser o Editor de Dehoniana e Studia Dehoniana e de outras publicações e preparar conferencias teológicas. Seria um encargo sob a tutela do conselheiro encarregado do setor de Espiritualidade. No momento sou eu. Além do mais convidaremos outros três confrades como membros ativos da Comissão teológica. Esta comissão, sob a direção do encarregado, daria as orientações para s reflexões na Congregação durante este governo. Estes membros teriam a ajuda de comissões em cada continente. O presidente da comissão continental, escolhido pelos membros de cada continente, seria membro da Comissão Teológica. (...)
Cada visita a um continente será concluída com uma conferência teologia. A conferência européia seria a etapa de planejamento. Terá lugar em Clairefontaine, Bélgica, em outubro de 2011. A conferencia na America Latina seria em 2012 ou 2013.
Concluindo, agradeço a acolhida de que fui alvo.Vocês falaram muito sobre virtudes dehonianas. Vocês se mostraram bastante sensíveis a elas. Mostraram que tais virtudes não são apenas pregadas mas vividas. Eu fui o beneficiado e sou grato por isso. Estou contente de ter vindo e ter tido a experiência de sua vida e missão. Agradecemos ao Senhor pelo dom e entusiasmo de vocês.
******
Llegamos al fin de nuestra fiesta. Y quiero expresar mi gratitud por su acogida a un Consejero General que tenía que rezar todos los días para que el Espíritu Santo bajara con el don de lenguas. Compartimos entre nosotros aquello que nos une. Estoy agradecido de poder dar testimoniar su entusiasmo en dar continuidad la herencia dehoniana enriquecida por su experiencia pastoral en este continente. Agradezco por el trabajo de organización de este seminario y por los diversos expositores que, en estos días, profundizaron sobre los textos de P. Dehon y de Aparecida.
Este trabajo no se limitará al recuerdo de los participantes, sino que pasara a integrar nuestro patrimonio cultural.
1. Pienso que en la historia de la reflexión sobre P. Dehon y nuestra espiritualidad en América Latina este seminario no fue el comienzo. El mensaje conclusivo cita los antecedentes de esta conferencia. En mi introducción mencione este Missio Cordis como si fuese el segundo seminario. No pretendía, con esto, desconsiderar su trabajo anterior, sino situar este seminario de la Congregación y no apenas como un acontecimiento regional. El gobierno general es consciente de que este seminario está orientado hacia los intereses regionales y continentales. Así mismo, es visto como trascendiendo a América Latina y hablando a toda la congregación. Quisiéramos que estas reflexiones, con acento regional, fueran oídas en otros lugares. Esperamos llevar tales reflexiones a otros continentes.
2. Missio Cordis fue pensado como un seminario pastoral en el contexto latinoamericano. Se pensó en ayudar a los cohermanos de América Latina y comprender los desafíos pastorales surgidos en el documento de Aparecida, en Caritas in veritate y en los escritos del P. Dehon. Se leyó Aparecida con una mirada dehoniana, intentado inculturar nuestra espiritualidad dentro del impulso de América Latina por una nueva evangelización. Esta interacción metafórica del campo semántico de Dehon y de nuestra espiritualidad con los escritos de Aparecida fue, en mi opinión, muy fructífera y da el tono para otros esfuerzos de inculturación en otros continentes.
3. El resultado de este seminario discurrió, como yo hable en la apertura, sobre teología práctica. En la reunión de superiores mayores europeos, en Salamanca, hace quince días, surgió esta pregunta: ¿qué virtudes dehonianas deber ser transversales en la formación? En este seminario ustedes comenzaron a describirlas. Les oí decir que el corazón dehoniano es un corazón que escucha, aprende y anuncia. Es un corazón abierto a la palabra del otro, especialmente, al Otro, abierto como era el de María y de muchos predecesores nuestros en la fe, que dijeron: Aquí estoy. Vine para hacer tu voluntad. Las voces que más debemos oír son la de los pobres, las voces del Espíritu de Dios en otras religiones y comunidades cristianas y las voces de la Iglesia de América Latina, oídas en Aparecida. Fue importante identificar esas voces. Ustedes también identificaron los destinatarios de la Missio Cordis: especialmente los pobres, las comunidades parroquiales y los jóvenes.
4. ¿cómo se inserta este seminario en el proyecto mayor de la congregación? Poco antes de llegar aquí el consejo general tuvo una reunión para discutir la tarea de la Comisión Teológica. Los nombres de los miembros de esta comisión todavía no están determinados, lo que esperamos acontezca en las próximas semanas. El consejo general pretende reunir estos miembros en la última semana de Junio. En esa reunión será elaborado un plan quinquenal de reflexión teológica.
La intención es tener alguien en la Curia general cuya tarea sería presidir la comisión teológica, ser el Director del Centro de Estudios en Roma, ser el Editor de Dehoniana y Studia dehoniana y de otras publicaciones y preparar conferencias Teológicas. Sería un encargo bajo la tutela del consejero encargado del sector de Espiritualidad. Por el momento soy yo. Además invitaremos otros tres cohermanos como miembros activos de la Comisión Teológica. Esta comisión, bajo la dirección del encargado, daría las orientaciones para las reflexiones en la Congregación durante este gobierno. Estos miembros tendría la ayuda de comisiones en cada continente. El presidente de la comisión continental, escogido por los miembros de cada continente, sería miembro de la comisión teológica.
Cada visita a un continente será concluida con una conferencia teológica. La conferencia europea sería la etapa de planeamiento. Se llevará a cabo en Clairefontaine, Bélgica, en Octubre de 2012. La conferencia en América Latina sería en 2012 o 2013.
Concluyendo, agradezco la acogida que me brindaron. Ustedes hablaron mucho sobre virtudes dehonianas. Ustedes se mostraron bastante sensibles a ellas. Mostraron que tales virtudes no son simplemente dichas, sino vividas. Yo fui el beneficiario y estoy agradecido por eso. Estoy contento de haber venido y tenido la experiencia de su vida y misión. Agradezco al Señor por la donación y el entusiasmo suyos.
P. John van den Hengel, scj - conselheiro geral"
"Chegamos ao fim de nossa festa. Quero expressar minha gratidão por sua acolhida a um conselheiro geral que tinha que rezar todos os dias para que o Espírito Santo baixasse nele o dom das línguas. Partilhamos entre nós aquilo que nos une. Sou grato em poder testemunhar o entusiasmo de vocês em dar continuidade à herança dehonaina enriquecida por sua experiência pastoral neste continente. Agradeço pelo trabalho de organização deste seminário e pelos diversos palestrantes que , nestes dias, se debruçaram sobre os textos de P. Dehon e do documento de Aparecida.
Este trabalho não se limitará à memória dos participantes, mas passa a integrar nosso patrimônio cultural.
1. Penso que na história da reflexão sobre P. Dehon e nossa espiritualidade na América Latina este seminário não foi o começo. A mensagem conclusiva cita os antecedentes desta conferência. Na minha introdução mencionei este Missio Cordis como sendo o segundo seminário. Não pretendia, com isso, desconsiderar seu trabalho anterior mas situar este seminário da Congregação e não apenas como um acontecimento regional. O Governo geral está bem consciente de que este seminário estaria orientado para os interesses regionais e continentais. Assim mesmo, ele é visto como transcendendo a América Latina e falando a toda a congregação. Gostaríamos que estas reflexões daqui, com sotaque regional, fossem ouvidas em outros lugares. Esperamos conduzir tais reflexões em outro continentes.
2. Missio Cordis foi pensado como um seminário pastoral no contexto latinoamericano. Pensou-se em ajudar os confrades da America Latina a entender os desafios pastorais emergidos no documento de Aparecida, em Caritas in veritate e nos escritos de P. Dehon. Leu-se Aparecida com o olhar dehoniano, tentando inculturar nossa espiritualidade dentro do impulso da América latina por uma nova evangelização. Esta iteração metafórica do campo semântico de Dehon e de nossa espiritualidade com os escritos de Aparecida foi, na minha opinião, muito frutífero e dá o tom para outros esforços de inculturação em outros continentes.
3. O resultado deste seminário coincidiu com o que eu falei na abertura sobre teologia prática. Na reunião de superiores maiores europeus, em Salamanca, há quinze dias, emergiu esta pergunta: quê virtudes dehonianas devem pervasar a formação? Neste seminário vocês começaram a descrevê-las. Ouvi vocês dizerem que coração dehoniano é um coração que escuta, aprende e anuncia. É um coração aberto à palavra do outro, especialmente, ao Outro, aberto como era o de Maria e de muitos nosso predecessores na fé, ao dizerem: Aqui estou. Vim para fazer a Tua vontade. As vozes que mais devemos ouvir são as dos pobres, as vozes do Espírito de Deus em outras religiões e comunidades cristas e a vozes da Igreja da America Latina, ouvidas em Aparecida.
Foi importante identificar estas vozes. Vocês também identificaram os destinatários da missio cordis: especialmente os pobres as comunidades paroquiais e os jovens.
4. Onde este seminário se encaixa no projeto maior da Congregação? Pouco antes de eu chegar aqui o Conselho geral teve uma reunião para discutir a tarefa da Comissão Teológica. Os nomes dos membros desta comissão ainda não estão determinados o que esperamos venha a acontecer nas próximas semanas. O Conselho geral pretende reunir estes membros na ultima semana de junho. Naquela reunião será elaborado o plano qüinqüenal de reflexão teológica.
A intenção é de ter alguém na Cúria geral cuja tarefa seria de presidir a comissão teológica, ser o Diretor do Cetro de Estudos em Roma, ser o Editor de Dehoniana e Studia Dehoniana e de outras publicações e preparar conferencias teológicas. Seria um encargo sob a tutela do conselheiro encarregado do setor de Espiritualidade. No momento sou eu. Além do mais convidaremos outros três confrades como membros ativos da Comissão teológica. Esta comissão, sob a direção do encarregado, daria as orientações para s reflexões na Congregação durante este governo. Estes membros teriam a ajuda de comissões em cada continente. O presidente da comissão continental, escolhido pelos membros de cada continente, seria membro da Comissão Teológica. (...)
Cada visita a um continente será concluída com uma conferência teologia. A conferência européia seria a etapa de planejamento. Terá lugar em Clairefontaine, Bélgica, em outubro de 2011. A conferencia na America Latina seria em 2012 ou 2013.
Concluindo, agradeço a acolhida de que fui alvo.Vocês falaram muito sobre virtudes dehonianas. Vocês se mostraram bastante sensíveis a elas. Mostraram que tais virtudes não são apenas pregadas mas vividas. Eu fui o beneficiado e sou grato por isso. Estou contente de ter vindo e ter tido a experiência de sua vida e missão. Agradecemos ao Senhor pelo dom e entusiasmo de vocês.
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Llegamos al fin de nuestra fiesta. Y quiero expresar mi gratitud por su acogida a un Consejero General que tenía que rezar todos los días para que el Espíritu Santo bajara con el don de lenguas. Compartimos entre nosotros aquello que nos une. Estoy agradecido de poder dar testimoniar su entusiasmo en dar continuidad la herencia dehoniana enriquecida por su experiencia pastoral en este continente. Agradezco por el trabajo de organización de este seminario y por los diversos expositores que, en estos días, profundizaron sobre los textos de P. Dehon y de Aparecida.
Este trabajo no se limitará al recuerdo de los participantes, sino que pasara a integrar nuestro patrimonio cultural.
1. Pienso que en la historia de la reflexión sobre P. Dehon y nuestra espiritualidad en América Latina este seminario no fue el comienzo. El mensaje conclusivo cita los antecedentes de esta conferencia. En mi introducción mencione este Missio Cordis como si fuese el segundo seminario. No pretendía, con esto, desconsiderar su trabajo anterior, sino situar este seminario de la Congregación y no apenas como un acontecimiento regional. El gobierno general es consciente de que este seminario está orientado hacia los intereses regionales y continentales. Así mismo, es visto como trascendiendo a América Latina y hablando a toda la congregación. Quisiéramos que estas reflexiones, con acento regional, fueran oídas en otros lugares. Esperamos llevar tales reflexiones a otros continentes.
2. Missio Cordis fue pensado como un seminario pastoral en el contexto latinoamericano. Se pensó en ayudar a los cohermanos de América Latina y comprender los desafíos pastorales surgidos en el documento de Aparecida, en Caritas in veritate y en los escritos del P. Dehon. Se leyó Aparecida con una mirada dehoniana, intentado inculturar nuestra espiritualidad dentro del impulso de América Latina por una nueva evangelización. Esta interacción metafórica del campo semántico de Dehon y de nuestra espiritualidad con los escritos de Aparecida fue, en mi opinión, muy fructífera y da el tono para otros esfuerzos de inculturación en otros continentes.
3. El resultado de este seminario discurrió, como yo hable en la apertura, sobre teología práctica. En la reunión de superiores mayores europeos, en Salamanca, hace quince días, surgió esta pregunta: ¿qué virtudes dehonianas deber ser transversales en la formación? En este seminario ustedes comenzaron a describirlas. Les oí decir que el corazón dehoniano es un corazón que escucha, aprende y anuncia. Es un corazón abierto a la palabra del otro, especialmente, al Otro, abierto como era el de María y de muchos predecesores nuestros en la fe, que dijeron: Aquí estoy. Vine para hacer tu voluntad. Las voces que más debemos oír son la de los pobres, las voces del Espíritu de Dios en otras religiones y comunidades cristianas y las voces de la Iglesia de América Latina, oídas en Aparecida. Fue importante identificar esas voces. Ustedes también identificaron los destinatarios de la Missio Cordis: especialmente los pobres, las comunidades parroquiales y los jóvenes.
4. ¿cómo se inserta este seminario en el proyecto mayor de la congregación? Poco antes de llegar aquí el consejo general tuvo una reunión para discutir la tarea de la Comisión Teológica. Los nombres de los miembros de esta comisión todavía no están determinados, lo que esperamos acontezca en las próximas semanas. El consejo general pretende reunir estos miembros en la última semana de Junio. En esa reunión será elaborado un plan quinquenal de reflexión teológica.
La intención es tener alguien en la Curia general cuya tarea sería presidir la comisión teológica, ser el Director del Centro de Estudios en Roma, ser el Editor de Dehoniana y Studia dehoniana y de otras publicaciones y preparar conferencias Teológicas. Sería un encargo bajo la tutela del consejero encargado del sector de Espiritualidad. Por el momento soy yo. Además invitaremos otros tres cohermanos como miembros activos de la Comisión Teológica. Esta comisión, bajo la dirección del encargado, daría las orientaciones para las reflexiones en la Congregación durante este gobierno. Estos miembros tendría la ayuda de comisiones en cada continente. El presidente de la comisión continental, escogido por los miembros de cada continente, sería miembro de la comisión teológica.
Cada visita a un continente será concluida con una conferencia teológica. La conferencia europea sería la etapa de planeamiento. Se llevará a cabo en Clairefontaine, Bélgica, en Octubre de 2012. La conferencia en América Latina sería en 2012 o 2013.
Concluyendo, agradezco la acogida que me brindaron. Ustedes hablaron mucho sobre virtudes dehonianas. Ustedes se mostraron bastante sensibles a ellas. Mostraron que tales virtudes no son simplemente dichas, sino vividas. Yo fui el beneficiario y estoy agradecido por eso. Estoy contento de haber venido y tenido la experiencia de su vida y misión. Agradezco al Señor por la donación y el entusiasmo suyos.
P. John van den Hengel, scj - conselheiro geral"