13 de agosto - São João Berchmanns
20 Então, aproximando-se o que recebera cinco talentos, entregou outros cinco, dizendo: Senhor, confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei. 21 Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor (Mt 25, 20-21).
Primeiro Prelúdio. Quem melhor do que S. João Berchmanns foi fiel nas pequenas coisas? Deus fê-lo grande no céu.
Segundo Prelúdio. Santo bem-amado, pedi a Deus por nós esta fidelidade nas pequenas coisas, com o amor do Sagrado Coração que é o seu inspirador.
PRIMEIRO PONTO: A sua fidelidade. – S. João Berchmanns é um modelo para todos. É sobretudo um modelo para todos os jovens, como S. Luís Gonzaga e S. Estanislau. Não pisou como eles debaixo dos pés coroas principescas; o que o elevou à santidade foi que tudo cumpriu, mesmo as coisas mais comuns, de uma maneira não comum, por motivos sobrenaturais, no espírito de uma fé viva, por puro amor por Deus, na intenção mais pura, na presença de Deus e numa união estreita e não interrompida com Nosso Senhor. – Tornou-se nisto para nós num magnífico exemplo. A sua vida tão curta e no entanto tão rica em virtudes e em méritos subiu para o trono de Deus, como um agradável holocausto do cumprimento fiel do seu dever e do seu puro e generoso amor. – Ele é um modelo muito especial para os noviços, para os estudantes, e mesmo para os irmãos Conversos, nos seus exercícios de piedade, nos seus trabalhos e nas suas funções.
Que se lembrem todos como cumpria pontualmente, alegremente, com amor e zelo, as acções mais ordinárias e considerava-se feliz, vendo-se mesmo indigno de prestar durante toda a sua vida serviços aos padres da companhia de Jesus.
SEGUNDO PONTO: Uma feliz morte coroa uma vida santa. – S. Berchmanns morreu, é sabido, abraçando e apertando sobre o seu coração, as suas regras, o seu rosário e a sua cruz.
Felizes os que podem como ele morrer com um coração confiante e alegre, com as santas regras, pelas quais devem ser julgados, – como imitadores fiéis das virtudes de Maria, a santíssima e puríssima Mãe de Deus, à qual consagraram uma devoção filial, - como amigos da cruz, o instrumento da redenção.
Felizes aqueles que, como S. Berchmanns, encontraram durante a sua vida na oração a Maria, na cruz do seu Deus, do seu mestre e esposo, no cumprimento das suas santas regras e de todos os seus deveres, a sua alegria, as suas delícias, o seu apoio, o seu todo.
Felizes os que na pureza do corpo, da alma e do coração, na humildade e na desconfiança de si mesmos, no amor puro, sobrenatural, se esquecem a si mesmos e não procurando senão a glória de Deus e a salvação das almas, serviram o seu Deus, seguiram Jesus, o seu Senhor e Mestre, na via da cruz, dos sofrimentos e do sacrifício!
Semelhante morte é preciosa aos olhos de Deus. Escutam então da parte de Deus este convite: «Vinde, bom e fiel servidor, porque fostes fiel nas pequenas coisas, estabelecer-vos-ei sobre maiores; entrai na alegria do vosso Senhor».
TERCEIRO PONTO: As suas virtudes. – Foi a virtude da fidelidade, de amor da ordem, e da regularidade que levou S. João Berchmanns e inumeráveis santos a uma grande glória de felicidade no céu, sem que tivessem cumprido obras grandes e brilhantes diante do mundo. Porque é o coração com o seu amor, a vontade e a intenção, que têm valor aos olhos de Deus, e é dai que depende a recompensa e a punição.
A vida de S. Berchmanns é conforme à da sagrada Família de Nazaré. A santa Virgem não fez nenhuma acção brilhante. As suas ocupações eram as do governo da casa e da vida de família, mas cumpria todos estes actos em união com Deus, no espírito do puro amor e com uma perfeição irreprimível. S. José foi elevado a uma tão grande santidade cumprindo as acções mais simples com uma grande perfeição. Viveu exteriormente como simples artesão, mas o seu coração estava todo ardente de amor por Deus.
Nosso Senhor mesmo quis viver durante trinta anos uma vida toda comum e toda modesta, mas os seus actos mais simples eram animados pelo seu amor divino.
Resoluções. – Caro santo, amastes e imitastes a vida de Nazaré, ajudai-me a obter de Deus a mesma graça. É preciso que eu ame, como vós, a minha regra, o meu rosário e a minha cruz, se quero contentar o Coração de Jesus e morrer como vós na alegria e na paz da alma.
Colóquio com S. João Berchmanns.
Primeiro Prelúdio. Quem melhor do que S. João Berchmanns foi fiel nas pequenas coisas? Deus fê-lo grande no céu.
Segundo Prelúdio. Santo bem-amado, pedi a Deus por nós esta fidelidade nas pequenas coisas, com o amor do Sagrado Coração que é o seu inspirador.
PRIMEIRO PONTO: A sua fidelidade. – S. João Berchmanns é um modelo para todos. É sobretudo um modelo para todos os jovens, como S. Luís Gonzaga e S. Estanislau. Não pisou como eles debaixo dos pés coroas principescas; o que o elevou à santidade foi que tudo cumpriu, mesmo as coisas mais comuns, de uma maneira não comum, por motivos sobrenaturais, no espírito de uma fé viva, por puro amor por Deus, na intenção mais pura, na presença de Deus e numa união estreita e não interrompida com Nosso Senhor. – Tornou-se nisto para nós num magnífico exemplo. A sua vida tão curta e no entanto tão rica em virtudes e em méritos subiu para o trono de Deus, como um agradável holocausto do cumprimento fiel do seu dever e do seu puro e generoso amor. – Ele é um modelo muito especial para os noviços, para os estudantes, e mesmo para os irmãos Conversos, nos seus exercícios de piedade, nos seus trabalhos e nas suas funções.
Que se lembrem todos como cumpria pontualmente, alegremente, com amor e zelo, as acções mais ordinárias e considerava-se feliz, vendo-se mesmo indigno de prestar durante toda a sua vida serviços aos padres da companhia de Jesus.
SEGUNDO PONTO: Uma feliz morte coroa uma vida santa. – S. Berchmanns morreu, é sabido, abraçando e apertando sobre o seu coração, as suas regras, o seu rosário e a sua cruz.
Felizes os que podem como ele morrer com um coração confiante e alegre, com as santas regras, pelas quais devem ser julgados, – como imitadores fiéis das virtudes de Maria, a santíssima e puríssima Mãe de Deus, à qual consagraram uma devoção filial, - como amigos da cruz, o instrumento da redenção.
Felizes aqueles que, como S. Berchmanns, encontraram durante a sua vida na oração a Maria, na cruz do seu Deus, do seu mestre e esposo, no cumprimento das suas santas regras e de todos os seus deveres, a sua alegria, as suas delícias, o seu apoio, o seu todo.
Felizes os que na pureza do corpo, da alma e do coração, na humildade e na desconfiança de si mesmos, no amor puro, sobrenatural, se esquecem a si mesmos e não procurando senão a glória de Deus e a salvação das almas, serviram o seu Deus, seguiram Jesus, o seu Senhor e Mestre, na via da cruz, dos sofrimentos e do sacrifício!
Semelhante morte é preciosa aos olhos de Deus. Escutam então da parte de Deus este convite: «Vinde, bom e fiel servidor, porque fostes fiel nas pequenas coisas, estabelecer-vos-ei sobre maiores; entrai na alegria do vosso Senhor».
TERCEIRO PONTO: As suas virtudes. – Foi a virtude da fidelidade, de amor da ordem, e da regularidade que levou S. João Berchmanns e inumeráveis santos a uma grande glória de felicidade no céu, sem que tivessem cumprido obras grandes e brilhantes diante do mundo. Porque é o coração com o seu amor, a vontade e a intenção, que têm valor aos olhos de Deus, e é dai que depende a recompensa e a punição.
A vida de S. Berchmanns é conforme à da sagrada Família de Nazaré. A santa Virgem não fez nenhuma acção brilhante. As suas ocupações eram as do governo da casa e da vida de família, mas cumpria todos estes actos em união com Deus, no espírito do puro amor e com uma perfeição irreprimível. S. José foi elevado a uma tão grande santidade cumprindo as acções mais simples com uma grande perfeição. Viveu exteriormente como simples artesão, mas o seu coração estava todo ardente de amor por Deus.
Nosso Senhor mesmo quis viver durante trinta anos uma vida toda comum e toda modesta, mas os seus actos mais simples eram animados pelo seu amor divino.
Resoluções. – Caro santo, amastes e imitastes a vida de Nazaré, ajudai-me a obter de Deus a mesma graça. É preciso que eu ame, como vós, a minha regra, o meu rosário e a minha cruz, se quero contentar o Coração de Jesus e morrer como vós na alegria e na paz da alma.
Colóquio com S. João Berchmanns.





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